Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2007
Uma pessoa bem se pode esforçar por acreditar nas mensagens de "confiança" amiúde lançadas pelo primeiro-ministro. Perante notícias como a que dá conta do encerramento das lojas Casa Alegre (ver DN, suplemento Economia, 12 de Janeiro 2007) como quer Sócrates que os cidadãos mostrem uma réstia de optimismo? Por outras palavras, como andar de cara alegre quando até as lojas que prometiam alegria no lar dão o triste pio?