O "Público" fez a contabilidade e chegou à conclusão que, "entre inaugurações, lançamentos de primeiras pedras, assinaturas de protocolos, visitas a empresas ou, pura e simplesmente, ver obras em curso, foi raro o dia" em que, nas duas últimas semanas, José Sócrates não andou a cirandar pelo país em clara e descarada campanha eleitoral, abusando do cargo que ocupa. Onde sobra o instinto para a propaganda e o espectáculo, falta a dignidade e o sentido de Estado.A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.