Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2012

Simplificação excessiva

Não há nada que o primeiro-ministro ou o ministro das Finanças digam que não precise depois de ser explicado/corrigido/traduzido/emendado/suavizado/embrulhado pelos próprios ou por outros.

Podiam, talvez, pensar um bocadinho melhor antes de falar. Ou falar um português inteligível.

Mas talvez isto seja uma simplificação excessiva.

publicado por Filipe Santos Costa às 19:05
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