Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

Catedráticos da política

Se Miguel Relvas conseguiu uma licenciatura em apenas um ano, porque é que António José Seguro não há-de conseguir unir o PS em apenas dez dias? Qual é a estranheza? Neste país político tudo é possível.

 

 

Catedráticos da política

publicado por Ana Catarina Santos às 22:19
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013

Interessante escolha de palavras

Foi algo estranho ouvir ontem o PS a comentar a "mini remodelação" dizendo que o Governo está em "desagregação". Ontem em particular podiam ter carregado um bocadinho menos na hipérbole. Desagregação por desagregação, o PS parece melhor servido.

publicado por Filipe Santos Costa às 10:27
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O próprio teima em desmenti-los

Há quem veja António Costa como um poço de qualidades políticas. Parece que são bastantes no seu partido (mas não tantos que lhe dêem conforto para o passo decisivo), e constato que são muitos na comunicação social, os que o vêem como o homem capaz de liderar um PS contundente, uma oposição firme e uma alternativa convincente.

Infelizmente o próprio teima em desmenti-los.

publicado por Filipe Santos Costa às 09:41
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Quinta-feira, 16 de Junho de 2011

Libertem a Avenida!

Desde esta manhã vai um caos no trânsito no centro de Lisboa porque alguém se lembrou de plantar um relvado no meio da Avenida da Liberdade para se fazer no fim de semana um pic-nic e um concerto pimba.

 

Sei que já nos habituámos a achar tudo normal, a encolher os ombros e a aguentar com paciência. Mas vou repetir, talvez a repetição ajude a parar para pensar um bocadinho nisto: alguém decidiu plantar um relvado no meio da Avenida da Liberdade para se fazer no fim de semana um pic-nic e um concerto pimba.

 

Que o Continente se tenha lembrado de fazer uma brutal operação de marketing no coração de Lisboa - o que implica cortar, por vários dias, um eixo estruturante da circulação viária na cidade - nada contra. O sonho é livre, a ambição também, assim como a iniciativa privada. Acontece que aquele espaço é público, e não é um jardinzinho recatado nem uma viela discreta. É a Avenida da Liberdade!

 

Que a Câmara Municipal de Lisboa tenha aceite uma coisa destas é algo que desafia a compreensão humana. Há anos que a CML trata a Avenida da Liberdade como o seu playground privado, onde acolhe ideias "giras" que têm como única consequência impedir a circulação dos munícipes no principal eixo do centro da cidade. Já perdi a conta às vezes que fui surpreendido por manifestações, corridas, paradas e todo o tipo de "iniciativas" "promovidas" por cão e gato que acham que têm o direito de fechar para si a Avenida. Estranho é que a CML ache o mesmo.

 

Não espero grande coisa de quem manda no município onde vivo. Mas espero o mínimo dos mínimos: que, em troca dos impostos que pago, me deixe circular nas ruas. Nem isso. Para o dr. Costa, qualquer pic-nic de propaganda a um hiper-mercado prevalece sobre o meu direito à circulação.

 

Protestarei como posso: no Continente, nem um cêntimo de compras pelo menos no próximo mês (e eu sou cliente do Continente). Quanto ao dr. Costa e ao seu bando de iluminados, não tenho como castigá-los. Podia dizer que para a próxima não voto nele - mas a verdade é que das duas vezes que foi a votos, não levou o meu.

 

Adenda (17/6): José Sá Fernandes veio sossegar-nos: «O objetivo disto é a produção nacional, a promoção da agricultura, tem uma grande carga de solidariedade social e é proporcionar uma festa à cidade de Lisboa». Ah bom, e eu a julgar que o objetivo disto era fazer publicidade ao Continente. Melhor ainda: Sá Fernandes diz há um patrocinador por detrás desta iniciativa e a CML não paga nada. Há um patrocinador? Jura? E a câmara não paga nada? A sério?

José Sá Fernandes adora tratar-nos a todos como se fossemos estúpidos. Só pode ser isso.

publicado por Filipe Santos Costa às 18:24
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Golpe baixo

Ainda a campanha vai no adro e os golpes baixos já começaram. A acusação de António Costa a Pedro Santana Lopes de que este prefere investir em diversão em vez de apoiar a luta contra o cancro, a propósito da discussão sobre os terrenos para onde está prevista, pelo actual executivo camarário, a instalação do Instituto Português de Oncologia, é de evidente mau gosto. Se é por aqui que vai a campanha, então vai muito mal.
publicado por João Cândido da Silva às 19:21
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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Uma proposta bem calçada

António Costa disse à SIC que a calçada portuguesa devia ser substituida nos passeios de Lisboa por pavimentos mais seguros e confortáveis. Estou absolutamente de acordo. Descontados determinados locais em que a calçada portuguesa deve permanecer, como no Rossio, os cidadãos da capital e os que visitam a cidade e decidem palmilhá-la só teriam a ganhar com um pavimento livre de desnivelamentos, de buracos e da vegetação que cresce entre as pedras dando oportunidade a derrapagens artísticas que podem terminar mal quando a chuva começa a cair.
publicado por João Cândido da Silva às 16:18
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