Sábado, 1 de Dezembro de 2012

A melhor foto política do ano é... esta


Não precisa de legenda, pois não?

Basta acrescentar que sai no Expresso de hoje e é do Alberto Frias. E não, não é uma fotomontagem.
publicado por Filipe Santos Costa às 12:13
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Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010

Funcionário do mês

publicado por Filipe Santos Costa às 11:53
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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

Isto sim, é democracia


A escolha de Francisco Lopes como candidato à Presidência da República demonstra que, ao contrário do que alguns possam pensar, o PCP é, de longe, o mais democrático dos partidos portugueses. No PCP todos são iguais e tratados como tal – e qualquer um pode ser o candidato do partido ao mais alto cargo da Nação.
publicado por Filipe Santos Costa às 16:16
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Foi o Chico Lopes, podia ter sido o Rato Mickey


Pouco antes do anúncio de quem seria o candidato do PCP a Belém, cruzei-me com esta patusca página no Facebook: "Apoio o candidato do PCP às Presidenciais 2011". A página, criada antes de se saber quem seria o dito candidato, contava, apesar disso, com 1200 apoiantes. Ou seja, gente que vota no candidato do partido, seja ele quem for. Saiu-lhes o "Chico Lopes", o que é perfeito para quem vota às cegas. Podia ter-lhes saído o Rato Mickey, era igual ao litro. (E daí, talvez não... O Rato Mickey ainda é "capitalista" e "imperialista"?)

Adenda: Procurei fotos de Francisco Lopes no Google e escolhi esta. Avisam-me que o do PCP não é este. Does it really matter?
publicado por Filipe Santos Costa às 15:51
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Segunda-feira, 21 de Junho de 2010

A Muralha de Aço

Cinco anos depois da morte de Vasco Gonçalves, o PCP faz um elogio à memória heróica do companheiro Vasco. É sempre bom ler o Avante!, porque assim somos lembrados do que pensa o verdadeiro PC (que não transparece exactamente o mesmo do partido parlamentar). Eis um excerto eloquente do discurso de José Casanova, director do Avante!, a glorificar o PREC. Mas o texto deve ser lido na íntegra, para percebermos que Casanova entende que no tempo da revolução bolchevique portuguesa é que se vivia em democracia. De então para cá, o País é comandado pela minoria do grande capital, ou seja, todos aqueles que não votam no Partido são ceguinhos políticos que nunca viram a luz. O PC continua uma Muralha de Aço.

[PREC] Isto é: a democracia de Abril, moderna, progressista, participada, do povo e para o povo, virada para o futuro, e da qual Vasco Gonçalves foi um dos grandes construtores, foi substituída por uma democracia velha, de fachada, de faz-de-conta, cada vez mais carenciada de conteúdo democrático, de costas viradas para Abril e de olhos postos no passado de exploração e de opressão; o regime democrático nascido de Abril e moldado de acordo com os interesses da imensa maioria dos portugueses, foi substituído por este regime de política única nascido da contra-revolução, moldado ao sabor dos interesses da imensa minoria dos portugueses, ou seja, do grande capital explorador e opressor.
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publicado por Vítor Matos às 20:53
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Domingo, 8 de Novembro de 2009

Do Avante! com amor - 2

Se ser comunista português é isto, que o Avante! escreve em editorial, só poderemos entender o grupo parlamentar do PCP como uma espécie de clandestinos que fingem participar nas regras da democracia liberal. Como cápsula profilática contra o esquecimento, é recomendável ler de vez em quando o jornal de "o Partido", para que tenhamos sempre na consciência que os modelos louvados pelo PCP continuam a não ser os democráticos. Aqui vai um comprimidinho de anti-comunismo que os próprios comunistas se encarregam de distribuir na edição de 5 de Novembro do seu periódico quando enaltecem a sagrada revolução de Outubro:

"A derrota do socialismo, com o desaparecimento da União Soviética e da comunidade socialista do Leste da Europa, constituiu uma tragédia, não apenas para os povos desses países mas para toda a humanidade: com o capitalismo dominante, o mundo é, hoje, menos democrático, menos livre, menos justo, menos fraterno, menos solidário, menos pacífico."
publicado por Vítor Matos às 12:05
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Descubra as diferenças

Paulo Pedroso apoia a tese de Ferro Rodrigues de que o PS, caso vença as legislativas sem maioria absoluta, deve fazer, prioritariamente, uma coligação com o Bloco de Esquerda e o PCP.

Para sustentar a ideia, disse que as divergências entre socialistas e os dois outros partidos se resumem ao facto de bloquistas e comunistas terem "uma visão da situação internacional que data dos anos 70". De resto, adiantou o antigo deputado do PS, na política interna "não há nada de incompatível entre o PCP e o BE e o que o PS defende, tirando a retórica e as prioridades de agenda".

Argumentar que as divergências em matéria de política internacional não existem ou são irrelevantes já é muito discutível. Ainda assim, o mais curioso está no facto de Paulo Pedroso vir garantir que, no plano interno, não há nada de substancial que separe o PS dos outros dois partidos. Nem de propósito, na mesma edição do "Público" que hoje transcreve as declarações de Pedroso, é publicado um trabalho sobre as propostas do BE e do PCP de nacionalizar a Galp, EDP, REN e o sector bancário.

Das duas, uma: ou o PS ainda não revelou todo o seu programa e tinha surpresas na manga que Paulo Pedroso decidiu desvendar, ou o entusiasmo do antigo ministro da Segurança Social por uma coligação de esquerda é tão descomunal que o faz andar distraído com as diferenças de fundo que ainda existem entre os socialistas, o BE e o PCP.
publicado por João Cândido da Silva às 23:04
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