Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

Sabe muito, o dr. Portas...

 

A miniremodelação deu finalmente à costa e tem como grande novidade o novo secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes. É do CDS, como era a sua antecessora, Cecília Meireles. É uma das grandes promessas do CDS e uma das maiores apostas de Paulo Portas, como era a sua antecessora.

Mas o ponto interessante é que Mesquita Nunes era, a par de João Almeida, o deputado centrista mais incómodo para o Governo.

Not any more. Sabe muito, o dr. Portas...

publicado por Filipe Santos Costa às 18:34
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013

Imagine-se se fosse uma remodelação...

Parece que o Governo está desde ontem à tarde em processo de "mini remodelação" - pode parecer um conceito estranho, mas não devemos desvalorizar as pequenas coisas. Parece que, por junto, saem dois, três, quanto muito quatro secretários de Estado. A coisa arrasta-se há bastantes horas e não ata nem desata. Perante esta prova de competência política e capacidade de decisão ainda perguntam porque é que Passos não faz uma remodelação?

publicado por Filipe Santos Costa às 10:34
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Sábado, 29 de Setembro de 2012

Mudanças

 

Diz o Expresso que Miguel Relvas acaba de contratar um novo assessor. Deve ser mais barato do que contratar os Urbanos. É a única explicação.

publicado por Filipe Santos Costa às 11:42
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Segunda-feira, 19 de Março de 2012

Da vantagem de não remodelar

No dia em que o Álvaro sair, deixa de haver um biombo a tapar os outros ministros.

publicado por Filipe Santos Costa às 22:33
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Terça-feira, 6 de Março de 2012

O que o Álvaro pode aprender com o Cardeal de Retz

 

Vejo nos telejornais os vários balanços dos meses do "Álvaro" no Governo, numa espécie de obituário político (parece que só o morto é que ainda não se deu conta...), e em todos são notórios dois aspetos: irrelevância e disparate.

O ministro bem pode engolir a cassete das reformas que já fez (e debitá-la perante qualquer pergunta, como aconteceu na entrevista ao José Gomes Ferreira), mas o que fica é o "chamem-me Álvaro", o "é tão bom e tão bonito que nem parece português", o frango assado e os pastéis de nata.

Lembrei-me da velha máxima do Cardeal de Retz, que explicou, no século XVII, que para um governante são piores as asneiras que diz do que aquelas que faz.

publicado por Filipe Santos Costa às 11:56
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Cenário

Vamos imaginar que José Sócrates anunciava hoje uma remodelação.
Tirava já os ministros que não queriam continuar outro mandato.
Substituia aqueles que substituiria depois das eleições.
Combinava a tomada de posse dos novos ministros na reunião que terá hoje com Cavaco.
Anunciava isto tudo na comissão política do PS, esta noite, e esvaziava as críticas dos críticos internos.
Na quarta-feira, a moção de censura do CDS seria um fait-divers perante esta notícia e, no Parlamento, Sócrates podia apresentar-se ladeado por minisros novos, como um refresco político e dizer que tinha percebido a mensagem dos portugueses nas europeias.
Ao mesmo tempo, dava o sinal de que este seria um elenco aproximado daquele que proporia ao PR caso ganhasse as eleições legislativas.
Punha assim o seu Governo a votos, que seria sufragado com caras novas, portanto, apelava a um voto para o futuro, em vez de esperar um castigo sobre o passado.
Mas isto é só um cenário.
publicado por Vítor Matos às 12:11
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